Lula Sanciona Lei que Garante 17,8 Mil Novos Cargos Públicos e Investimentos Milionários em 2026
Impacto da Nova Lei nos Setores de Educação e Inovação Na última segunda-feira, 30 de…
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Entenda a Decisão do TRF-1 sobre Procedimentos Estéticos Recentemente, o Tribunal Regional Federal da 1ª…
Juiz Revela Salário Abaixo de Médicos do SUS e Considera Deixar a Magistratura Recentemente, um…
STF Decide Contra Prorrogação da CPMI do INSS: Entenda as Implicações Na tarde desta quinta-feira,…
Como calibrar o ceticismo profissional em apurações no setor público e seus efeitos sobre procedimentos, exigência probatória e governança para decisões tecnicamente defensáveis.
Auditoria interna governamental opera em três frentes — avaliação, consultoria e apuração — com balizas legais e técnicas que condicionam escopo, independência e interação com órgãos de persecução. Entenda critérios, riscos e boas práticas para decidir entre avaliar, aconselhar ou apurar.
Guia prático para auditores internos e gestores públicos traduzirem os cinco componentes e 17 princípios do COSO (2013) em controles aplicáveis, com critérios de eficácia (presença + funcionamento), integração ao IIA, tratamento da fraude e controles de TI.
Reação dos Deputados e Implicações Legais Recentemente, a aprovação do projeto de lei que equipara…
Diretrizes do TCU e o referencial técnico da CGU convergem para um desenho de governança baseado em liderança, estratégia e controle. Para a auditoria interna, isso implica clareza de papéis, gestão de riscos vinculada à estratégia e avaliação contínua de efetividade.
A auditoria interna governamental no Brasil migrou de um enfoque contábil‑conformidade para um modelo orientado a riscos e governança, consolidado pela IN SFC nº 3/2017 e por diretrizes de governança editadas em 2017. Esse movimento redefiniu independência, planejamento e avaliação de resultados da função, sob coordenação técnica da CGU/SFC e com integração à gestão de riscos instituída pela IN Conjunta nº 1/2016.