O início da vacinação contra o coronavírus no Brasil teve um capítulo decisivo neste domingo (17/1), quando a Anvisa realizou uma reunião extraordinária para decidir se autorizava as duas vacinas com pedido de uso emergencial:

a CoronaVac, da Sinovac e do Instituto Butantan, e a da Oxford-AstraZeneca, produzida pela Fiocruz.

Em sabatina no Senado em 2020, o diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, afirmou que análises como essa não levam em consideração aspectos ideológicos.

Por unanimidade, os cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovaram o uso emergencial da CoronaVac e da vacina de Oxford contra a Covid-19.

Os cinco diretores foram a favor da liberação, portanto, as vacinas podem, em teoria, começar a ser aplicadas no Brasil assim que a decisão for informada oficialmente aos laboratórios e após a publicação no Diário Oficial.

Fonte: Agência Senado

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